FRAGMENTAÇÃO DO DNA DO ESPERMA

Quando um casal tenta engravidar sem sucesso, começam a realizar uma série de exames para investigação da causa de sua infertilidade. Para as mulheres existem uma série de causas conhecidas e exames que podem detectar o problema a ser tratado. No caso dos homens, o principal exame é o espermograma, que analisa quantidade e formação dos espermatozóides. Existem causas mais conhecidas como a azoospermia (ausência total de espermatozoides na ejaculação) ou a varicocele (dilatação anormal das veias que drenam os testículos). Recentemente a medicina encontrou mais uma causa: a fragmentação do DNA do esperma.
Este exame é realizado principalmente quando não há causa aparente da infertilidade e o casal já realizou algumas tentativas sem sucesso. Foi nosso caso, só que demoramos 6 anos para descobrir…
A seguir, uma explicação sobre o problema, tendo como fonte a Clínica Huntington. Se você está enfrentando a infertilidade sem causa aparente, converse com seu médico sobre esta opção!

407-fragmentacao“A fragmentação do DNA espermático é uma recente descoberta de infertilidade masculina e mostra que a presença de altos níveis de fragmentação tem estreita relação com o insucesso gestacional. O teste possui dados bastante objetivos e mostra claramente que espermatozoides morfologicamente normais e móveis podem apresentar níveis altos de fragmentação do DNA. O valor de corte estabelecido para sub-infertilidade é de 20% para o índice de fragmentação do DNA. Valores acima deste limite não excluem a possibilidade de fertilização normal, desenvolvimento embrionário e uma gestação a termo, porém estão associados com uma redução significante de gestação e aproximadamente o dobro de abortos. Portanto, indivíduos que apresentam o exame de espermograma normal podem ser portadores dessa desordem.
A fragmentação do DNA pode resultar de múltiplos fatores, como: dieta, uso de drogas, febre alta, temperatura testicular elevada, poluição, fumo e idade avançada. Com exceção da idade, a exposição a estes fatores pode ser transitória, havendo uma melhora da fragmentação do DNA com o decorrer do tempo.
O indivíduo que possui o teste positivo pode se beneficiar por meio do tratamento com agentes antioxidantes (vitamina C e E), antibióticos e anti-inflamatórios antes de se submeter à fertilização, ou também ser submetido a uma biópsia testicular no qual se encontram espermatozoides sem ou com baixo índice de fragmentação.”

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